O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) completa 100 dias da nova gestão em sintonia com as diretrizes do Governo do Estado – transformar o Paraná no estado mais moderno do país. Para isso, o instituto iniciou seu processo de reestruturação e caminha para se tornar um grande polo de inovação e desenvolvimento de novas tecnologias nas áreas de energias renováveis e agrotech. O diretor-presidente do Tecpar, Fábio Cammarota, afirma que as novas estratégias de atuação e de atração de novos negócios já estão sendo implantadas, em parceria com os demais atores que constituem o ecossistema de inovação tecnológica no Estado. Entre as metas elencadas pelo diretor-presidente estão a ampliação da capacidade produtiva da vacina antirrábica, a retomada de projetos na produção de antígenos e a implantação da fazenda inteligente (Smart Farm). Também está em andamento a adequação e modernização da estrutura organizacional, com a valorização dos colaboradores, fomento à pesquisa e redesenho de metodologias de trabalho. ECONOMIA - As primeiras ações priorizaram atender ao decreto estadual 515/2019, que dispõe sobre a reavaliação e a renegociação dos contratos em vigor e licitações em curso. Com foco na contenção e redução de despesas, a diretoria executiva encabeçou uma força-tarefa em todas as divisões do instituto para a coleta e análise de informações sobre receitas e gastos. NOVOS PROJETOS - O uso de tecnologias inovadoras voltadas ao agronegócio e à agricultura familiar é uma das novas ações em andamento. No início deste mês, a diretoria executiva do instituto, a Prefeitura de Araucária e o Sebrae-PR assinaram um protocolo de intenções referente à implantação de um projeto experimental para a exploração do conceito de fazenda inteligente (Smart Farm) aplicado à agricultura familiar. Para promover o desenvolvimento de ideias inovadoras e startups, o Tecpar está implantando um projeto de living lab (laboratório vivo), que vai transformar o Câmpus CIC em um ecossistema de inovação aberto para testar ideias de serviços ou produtos tecnológicos, comprovando sua eficiência ou permitindo verificar possíveis falhas. Na área de energias renováveis, o instituto estuda propostas para fazer parte da cadeia produtiva de biocombustíveis, entre elas uma usina de biogás com a utilização de dejetos animais das atividades da suinocultura e avicultura, que será implantada em Toledo. ATRAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS - Em pouco tempo, a estratégia para o reposicionamento do Tecpar no mercado e conquista de novos negócios atraiu outras instituições interessadas em parcerias. Uma delas é Fundação Getúlio Vargas (FGV), que buscou uma aproximação com o instituto para mapear possíveis parcerias ao projeto HUB Cidades. A plataforma de inovação será criada junto com o Ministério do Desenvolvimento Regional com o objetivo de identificar, articular e fomentar iniciativas de aperfeiçoamento de serviços públicos para as cidades brasileiras. Com o apoio da Câmara do Comércio e Indústria Brasil-Japão do Paraná (CCIBJ), o Tecpar vai contribuir para a formulação de um programa estadual para o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva do bambu no Paraná. A proposta está sendo elaborada com representantes de órgãos estaduais e organizações da sociedade civil. RECONHECIMENTO - A valorização do time de colaboradores foi outra medida importante, fortalecida nos 100 primeiros dias desta gestão. Foram instituídas ações de estímulo ao voluntariado, à união, ao espírito colaborativo e promoção à cultura de inovação, além das reuniões estratégicas com gerentes das unidades de negócio e das áreas de apoio para receber sugestões e falar sobre as ações planejadas ou em andamento. PESQUISA E INOVAÇÃO - Na área de pesquisa as ações são reforçadas com abertura de chamadas para novas linhas de estudo. Em fevereiro foi criado o conselho técnico-científico para direcionar os projetos na área de sistemas e computação. Atualmente o Tecpar conta com 15 grupos de pesquisa ativos. Fonte: Assessoria Tecpar