Serviços de impermeabilização como o que provocou a explosão em um apartamento no bairro Água Verde, em Curitiba, no fim de junho, estão proibidos por lei na capital paranaense. A determinação vale para lugares total e parcialmente fechados, públicos e privados, e é a essência de um projeto aprovado por unanimidade na Câmara Municipal em votações seguidas nesta segunda (2) e terça-feira (3) e que prevê multa de R$ 10 mil em casos de descumprimento.
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Batizada como lei Mateus Henrique Lamb em referência ao menino de 11 anos que morreu na explosão do apartamento – ocorrida, segundo a Polícia Civil, por causa do uso de impermeabilizantes sem as devidas precauções -, a determinação chancelada pelos vereadores proíbe que impermeabilização e blindagem à base de produtos químicos inflamáveis, combustíveis e demais substâncias controladas sejam feitas dentro dos imóveis.
O mérito é o mesmo de um decreto assinado pelo prefeito Rafael Greca (DEM) dois dias após a tragédia no Água Verde, mas, segundo os vereadores, avança na questão da multa e por permitir a apreensão dos equipamentos de quem descumprir as regras.
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