Pátio de Triagem do Porto está sendo preparado para a safra 2020

AGORA LITORAL (PR) | GERAL | 12/03/2020
A previsão é de que a colheita da safra da soja 2020 seja recorde. Por esse motivo, a empresa Portos do Paraná já se prepara para receber os caminhoneiros que transportam o grão. O Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá receberá um investimento é de R$ 1,9 milhão para ter o pavimento recuperado.
O trabalho segue o que foi executado no ano passado para melhorar o trânsito dos veículos pesados e a eficiência da operação. A área recebe uma nova camada de concreto, feito especialmente para ser mais resistente e durável.
Em 2019, 14,7 milhões de toneladas de carga chegaram ao porto por meio de caminhões - o equivalente a 67% do total de graneis movimentados no ano.
“O Pátio de Triagem é indispensável para ordenar o tráfego de caminhões que chegam a Paranaguá para descarregar no corredor de exportação. Em alguns meses do ano chega a receber dois mil caminhões por dia. Manter o pátio em boas condições garante mais eficiência nos deslocamentos e segurança aos motoristas”, afirma o diretor de Operações Portuárias, Luiz Teixeira Júnior.
MANUTENÇÃO CONSTANTE
A Portos do Paraná tem um contrato sob demanda, ou seja, que é acionado sempre que necessário, para que as melhorias no pátio sejam constantes.
“Há a previsão de troca das placas de concreto ou asfalto danificados por novas placas de concreto, onde a vida útil programada gira em torno de 20 a 30 anos, desde que seja realizada corretamente a manutenção preventiva”, destaca o engenheiro e chefe da Seção de Conservação Civil, Marcell Güther Villatore.
A empresa contratada para o serviço faz a quebra e a retirada do piso danificado, compacta a base, aplica uma camada fina de concreto magro, instala as barras de transição, coloca lona plástica, monta a tela metálica/armadura e, por último, ocorre a concretagem final do pavimento, explica Villatore.
A cura do concreto, bem como a selagem das juntas das placas, demora sete dias e somente depois deste período o trânsito é liberado na área em obras.
Esse trabalho inclui a impermeabilização entre as placas a cada seis meses, parte de uma precaução grande para que a durabilidade das placas seja a maior possível, com manutenção adequada.
“O piso é de concreto armado, resistente e preparado para aguentar os caminhões”, disse o fiscal do contrato e chefe da Seção de Contêineres, Marcelo Rissi.
O ritmo das obras só depende das condições climáticas.
 
 


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