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Live debate a educação não presencial

JORNAL DE BELTRÃO (PR) | ÚLTIMAS | 23/05/2020
Professor do curso de Pedagogia e do Mestrado em Educação da Unioeste, André Castanho entende que os professores deveriam fazer atividades, mas considera que está acontecendo um exagero. Ele atenta para a questão de que os alunos não são matriculados por ano, portanto, poderiam cumprir o ensino fundamental (do 1º ao 9º ano) e o ensino médio (do 1º ao 3ão) de forma presencial, ainda que não conclua até dezembro, por exemplo. “É um faz-de-conta. Quando retomar o calendário se define uma estratégia de reposição”, sugere.
Para o professor André, uma vantagem deste período é que esta forma de ensino pode vir a melhorar no futuro. “A recomendação é que os pais ajudem os filhos nas atividades, mas que não seja feito registro pra validar isso. Além do mais, prejudica quem não tem acesso à tecnologia.”
Pra discutir o assunto, dia 25 de maio, segunda-feira, às 19h30, professor André, que é pós-doutor em Educação, participa de uma live, junto com os professores Alisson Severgnini e Juliane Castanha, abordando a temática da educação não presencial. A live será no Instagram @alissonsevergnini e @juliane_castanha.tea


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