2020 é um ano de incertezas, mas como será daqui 15 anos? A pergunta parece difícil de responder, mas faz parte de um planejamento profissional da Rota Diversidade e Longevidade 2035. A iniciativa do Sistema Fiep, por meio do Centro de inovação
Sesi Longevidade e Produtividade, promove encontros com especialistas e empresas que buscam tendências para os próximos anos. A ideia é debater as barreiras da diversidade nas organizações e propor ações para os próximos anos. Qualquer empresa pode seguir as duzentas dicas criadas por especialistas. O estudo foi feito antes da pandemia e mesmo assim vale para os dias de hoje.
Segundo a coordenadora do Centro de Inovação
Sesi de Longevidade e Produtividade, Noely Mercia, criar uma jornada diferenciada, por exemplo, contribui para a inserção dos mais experientes no mercado de trabalho.
Jedalva Oliveira já passou dos 50 anos. Ela afirma que há nove anos trabalha no departamento jurídico da empresa Radiante, empresa prestadora de serviços de telecomunicações, que participou do estudo da rota.
O estudo é feito no
Paraná, mas é válido para todo o Brasil. A pesquisadora do Sistema Fiep, Raquel Valença, ressalta que as rotas ajudam a mostrar os caminhos a seguir nos próximos anos.
A Bosch também está inserida no projeto. De acordo com a gerente de Recursos Humanos em
Curitiba, Paula Pessoa, a empresa precisa evoluir para atrair os talentos.
A consultora do
Sesi, Renata Fagundes, finaliza, e diz que a diversidade só traz impactos positivos.
O estudo completo está disponível no site http://longevidade.ind.br/
Reportagem: Lorena Pelanda
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