A ideia é que haja qualidade para os futuros profissionais que estejam quase entrando no mercado de trabalho.
O curso é para adolescentes e jovens adultos com idade de 14 a 23 anos, o nome do programa é “O Futuro Profissional do Jovem” e oferece conhecimentos básicos necessários para uma futura formação profissional.
Segundo a gerente executiva de Educação do Sistema Fiep, Giovanna Punhagui explicou mais sobre o curso.
“O conteúdo formativo do curso inclui habilidades como softskills, português e informática, requisitos básicos para quem quer trabalhar no setor industrial atualmente. Os alunos que participarem do programa também ficarão em um banco de oportunidades e terão preferência quando surgirem vagas de aprendiz, ofertadas e selecionadas pelas indústrias no Paraná, além de receberem um certificado de Qualificação Profissional do Senai, que também pode abrir muitas portas no mercado de trabalho”, disse ela.
Senai anuncia capacitação gratuita para ingresso no setor da indústria; participe!
Como será o curso do Senai?
O “Futuro Profissional do Jovem” vai ter uma carga horária de 160 horas, que serão distribuídas ao longo de 40 dias, com isso serão 4 horas por dia de estudo.
Os jovens devem morar no Estado do Paraná e estar regularmente matriculados no Ensino Fundamental ou Médio, ou terem concluído o Ensino Médio.
Além disso, é preciso apresentar documentação comprobatória de baixa renda, autodeclaração de próprio punho. O curso deve começar no dia 13 de outubro.
O processo de inscrição é realizado nas unidades do Senai, e aqueles que precisarem de mais informações podem ligar no 0800 648 0088 ou no site: www.senaipr.com.br/aprendizagem .
Mercado de trabalho
Segundo dados da Sondagem Especial - Falta de Trabalhador Qualificado, pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e foi divulgada em fevereiro de 2020, aponta que cinco em cada dez indústrias enfrentam a falta de trabalhadores qualificados.
Os empresários que responderam à pesquisa, disseram que há falta de trabalhador qualificado e isso impacta diretamente a competitividade das indústrias, prejudicando 97% das empresas que enfrentam o problema.
Para eles, uma das principais barreiras encontradas pelas indústrias na capacitação de seus trabalhadores está a má qualidade da educação básica, 53% dos empresários ouvidos na pesquisa relataram esse problema.