O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) tem diversas linhas de crédito para indústrias e empresas, que variam de acordo com o faturamento de cada uma delas.Elas fazem parte da disposição de atender empresários de todos os tamanhos, ou seja do microempreendedor individual até a indústria de grande porte. Dentre as linhas de créditos disponíveis a estes setores estão: MPE; Grande Empresa; Capital de Giro, que também se destina a produtores rurais e Desenvolve Sul. Além disso, há linhas de crédito para aquisição de máquinas e equipamentos, que também podem beneficiar os produtores rurais e cooperativas; financiamento para aquisição e comercialização; para a Produção; o Moderniza, para quem quer modernizar equipamentos ou linhas de produção; Indústria 4.0, que visa a aquisição de equipamentos para soluções avançadas de manufatura e implantação de internet das coisas .
Ainda há o Inovacred, que permite a empresas com certo nível de faturamento, criar uma série de melhorias em sua indústria ou empresas, tais como: obras civis e instalações; equipamentos nacionais;equipamentos importados;softwares; matérias-primas e material de consumo; equipe própria; treinamentos; serviços de terceiros; viagens/diárias e Giro limitado a até mais 30% do valor do projeto. Existem também linhas de crédito para execução de obras de instalação de energia renovável no empreendimento. O presidente do Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), Carlos Valter Martins Pedro, enaltece a vocação do BRDE para financiar as indústrias paranaenses. “O financiamento de projetos de todos os setores produtivos é fundamental para garantir a geração de empregos e renda, beneficiando toda a sociedade.Para a indústria paranaense, o papel do BRDE também sempre foi relevante, proporcionando recursos para que empresas do nosso segmento ampliassem suas estruturas e atividades. Isso tanto pela disponibilização de recursos próprios aplicados pelos Estados quanto pela operação de linhas de crédito de outras instituições, como o BNDES ou organismos internacionais”, comentou o presidente. Carlos Pedro destaca a ampliação das linhas de crédito à indústria: “Outro aspecto importante é que, ao longo dessas seis décadas, o BRDE soube identificar a evolução dos negócios. Com isso, ampliou sua atuação para atender algumas demandas que hoje são primordiais para empresas de todos os setores, em especial no financiamento de projetos ligados à inovação, eficiência energética e sustentabilidade ambiental”. O presidente da Fiep agradece o esforço do banco para atender as indústrias durante a pandemia: “Para comprovar sua relevância, o banco tem se mostrado eficiente durante a pandemia de Covid-19, uma das piores crises das últimas décadas, ao disponibilizar linhas emergenciais que ajudaram muitas empresas a manter suas atividades”, detalhou ele Fôlego ao empresário
Em razão da piora da pandemia no início de 2021, o BRDE fez novas prorrogações das dívidas já existentes para aliviar o fluxo de caixa das empresas paranaenses. A medida foi aprovada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior com a intenção de que todos os órgãos do Governo do Paraná viabilizem soluções aos empresários nesta nova onda da Covid-19. Estima-se que mais de R$ 800 milhões de dívidas tenham enquadramento na nova prorrogação. Em linhas gerais, foram concedidos novos períodos de carência – conhecido como standstill – dentro do ano de 2021, respeitando as limitações e enquadramentos de cada funding das operações. A possibilidade de prorrogação do prazo total de financiamento é de seis a oito meses para os contratos que utilizam a TLP como fator de atualização. “Esta medida dá mais fôlego no fluxo de caixa destas empresas e, com isso, permite que possam enfrentar esta crise e atuar na recuperação da nossa economia”, afirmou o governador Ratinho Junior. “O BRDE tem sido um importante parceiro ao criar mecanismos para diminuir o impacto da pandemia na economia do nosso Estado e na geração de empregos”. O vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson BleyLipski, diz que a medida é uma forma eficiente de manter o fluxo de caixa dos empresários. “Nosso propósito maior é gerar emprego e renda nesse momento mais agudo da pandemia. Essa prorrogação fará com que R$ 800 milhões sejam mantidos na economia do Paraná, tornando possível que esses empresários deem uma nova destinação ao dinheiro e mantenham seu empreendimento com o apoio do BRDE e do Paraná”, afirmou Bley. Não estão incluídos neste pacote os empréstimos do Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (PEAC) ou que contam com algum fundo garantidor ou subvenção econômica; aqueles tomados para negócios envolvendo comércio exterior; os contratados pela administração pública e dívidas agrícolas.