Os setores de serviços, indústria, construção e comércio foram os responsáveis por levar o Paraná a uma posição de destaque no ranking nacional de geração de postos de trabalho no país. De acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta quarta-feira (30), os números paranaenses ficaram abaixo apenas de São Paulo e Minas Gerais no acumulado do ano. Entre janeiro e setembro, segundo o levantamento, o saldo de abertura de vagas em território paranaenses foi de 152,8 mil postos. No período, ocorreram 1.556.854 admissões e 1.403.956 demissões. O Paraná ficou atrás somente de São Paulo (561.042) e Minas Gerais (204.187) no acumulado do ano. O número é justificado, uma vez que os estados mais bem colocados nesse ranking são bem mais populosos. Na sequência, aparecem Rio de Janeiro em quarto lugar (139.378) e Santa Catarina, na quinta posição (129.553). Para o secretário estadual do Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes, as capacitações gratuitas ofertadas pelo governo têm formando mão de obra para atender o mercado de acordo com o desenvolvimento de cada setor da economia. “O Paraná apresentou saldo positivo de novos empregos em todos os meses deste ano. Esse desempenho, além de refletir o sucesso das políticas adotadas pelo governo para a promoção do emprego e renda no Estado, também direciona para o aprimoramento de ações de empregabilidade, em especial o incentivo que hoje é dado ao trabalhador para que ele busque o aperfeiçoamento profissional”, afirmou. A exemplo do Paraná, o mercado de trabalho formal no País também gerou saldo positivo: foram 1.981.557 novos empregos entre janeiro e setembro deste ano. Somente no último mês foram 247.818 postos de trabalho com carteira assinada, com crescimento em todos os estados brasileiros. Nos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas foram destaque o setor de serviços, que gerou 128.354 postos no mês de setembro, e a indústria, com 59.827 postos. No comércio foram registrados 44.622 novos empregos e na construção civil, 17.024. E é justamente no setor industrial, um dos motores do desenvolvimento da economia, que o prefeito eleito de Londrina, Tiago Amaral (PSD), aposta para alavancar os resultados locais. Em várias oportunidades, ele destacou que atrair indústrias será um dos pontos centrais de sua administração no quesito geração de empregos. Uma aposta positiva, uma vez que o posto de trabalho no setor é um dos que exigem trabalhadores mais qualificados e têm os maiores salários médios. Obrigado por ler a FOLHA!